Pleasure delayer?

janeiro 27, 2010

Sim… Eu não sei quem cunhou essa expressão, mas ela definitvamente ficou bastante famosa depois de Vanilla Sky (2001). Uma pessoa assim seria aquela que tenta adiar ao máximo os bons momentos e momentos que vão acontecer invariavelmente – o máximo possível mesmo – na premissa de que, quando acontecer, a valência vai ser muito significativa. Seria quase um contrário de imediatismo… Não se enquadra muito bem na forma como a maioria das pessoas pensam atualmente.

Bem, eu sou assim, e sei que não sou o único… E não espero que as pessoas que não são assim entendam essa opção (ou traço?). Talvez só sendo assim pra entender o quanto é melhor, cada coisa no seu tempo, ou mesmo um pouco mais além. Desde as coisas mais sérias até as mais banais. Não acabar com uma caixa de bombom de uma vez.  Ou mesmo ficar mais tempo com as pessoas que você gosta antes de mover adiante, aproveitar cada etapa da relação ao invés de simplesmente queimar uma atrás da outra. Será que por isso é tão difícil encontrar alguém mais parecido comigo? Talvez. Numa sociedade tão machista quanto a brasileira, não é de se estranhar que o bem visto seja justamente o contrário… Ou talvez eu seja feito pra ser uma pessoa por mim mesmo. Acho que é isso. Ou não, mas isso já sai do foco.

Mas de qualquer forma, não tenho intenção de mudar esse jeito pleasure delayer de ser, aproveitando aos poucos cada uma das coisas boas que me acontecem, etapa por etapa, momento a momento. E recomendo que tentassem também.

E por quê acabar com os momentos bons de uma só vez se eles ficariam ainda melhores se provados depois de momentos duros? Outra idéia jogada no filme (sweet & sour), mas que não passa tão longe disso tudo.

Enfim, quem já viu Vanilla Sky deve entender como é… Quem não sabe… I’ll tell you in another life, when we are both cats.


O game imita a vida…

janeiro 26, 2010

Me larga!

Hipótese do dia: seriam testemunhas de Jeová, literalmente, fantasmas na nossa vida?


Burguesinha

janeiro 26, 2010

Músicas Que Me Fazem Sofrer

Até hoje eu ouvi as músicas quando falava delas aqui. Mas pra evitar a explosão da minha cabeça, dessa vez me reservei ao direito de ouvir Moonlight Sonata, de Beethoven, pra poder me manter calmo, consciente e racional pra falar sobre o que vem por aí. Sim. Aquele-que-não-deve-ser-nomeado: Voldemort Seu Jorge. Aquele que faz versões de músicas, que faz letras do além e paga de intelectual e afins. Alguém lembra do trabalho (= macumba?) dele com Ana Carolina? Aquilo sim me faz sofrer… Depois escrevo sobre. Enfim, ele está em alta. Todo mundo adora ele, ele vai no Domingão do Faustão, etc. Me irrita ver pessoas felizes quando toca alguma coisa dele. Ou pior, quando toca Burguesinha. Quando as pessoas parecem gostar dele, eu penso: antes eles que eu por quê!? Senhor, por quê me abandonaste? Burguesinha faz parte de um movimento de destruição musical, quando as pessoas escrevem letras que não querem dizer absolutamente nada sobre coisa alguma. Para uma referência, favor consultar – somente se tiver estrutura psicológica necessária – a música (SIC) Chatterton, do mesmo cantor (SIC). Viu, o meu problema é com esse tal de Jorge aí, não com nenhuma música dele em particular. Pior é que toca até em churrasco. E as pessoas acham cool. Olha o vazio que inunda a minha alma ouvindo isso:

Burguesinha, burguesinha, burguesinha, burguesinha, burguesinha! Só no filé!

(…)

Burguesinha, burguesinha, burguesinha, burguesinha, burguesinha! Tem o que quer!

Eu queria que parasse.

Burguesinha, burguesinha, burguesinha, burguesinha, burguesinha! Do croissant!

ahm?

Burguesinha, burguesinha, burguesinha, burguesinha, burguesinha! Suquinho de maçã!

OK gente, isso ofende. Isso fere. A música não fala nada com nada. Tanto que isso acima é o refrão. Então, em homenagem a essa música nonsense:

ahm?


Wise up

janeiro 15, 2010

It’s not what you thought
When you first began it
You got what you want
Now you can hardly stand it though,
By now you know
It’s not going to stop
‘Til you wise up

[...]

Prepare a list of what you need
Before you sign away the deed
‘Cause it’s not going to stop
‘Til you wise up


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